loucura

A vantagem de ser uma metamorfose viva  é que você é feliz com sua mais nova verdade dos próximos quinze (minutos, dias, meses ou até anos), apesar dos outros não (a)creditarem (em) suas verdades.

Mas, o lema não é mesmo "meu corpo, minhas regras"?. (Dá-lhe politicamente correto)

Então, por que tamanha exigência de crédito externo? (Dá-lhe você deve acreditar em mim porque sou cientista.)

Para mim, fica clara a sutil diferença entre construir uma identidade e construir uma imagem.

Há os que preferem imagem a identidade; estes se ocupam demais em defender ideias que, muitas vezes, nem são suas.

Há os que admitem que a identidade é um valor em si (sei), quase que não se constrói - no sentido racional e objetivo - mas apenas se vive - de forma passional (e real e hare hare).

Mas não se tratam de escolhas tão fechadas. Sei que a humanidade não é tão essencial tampouco fechada, por isso não acredito na real existência de algum dos "os que". Não sei muito bem por onde piso e nem onde quero chegar, a certeza é a necessidade de continuar e se for preciso mudar que seja, sem receio de ser mal interpretada. Afinal, só existo enquanto acreditar em mim. E quem mais o fará? Não importa.

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